Resultados Inaf

Panorama geral de Alfabetismo no Brasil

Este panorama reúne a evolução dos níveis de alfabetismo no Brasil, comparando as últimas edições do INAF. Aqui você pode visualizar tendências, recortes populacionais e cruzamentos com escolaridade, para entender como habilidades de leitura e escrita se transformam ao longo do tempo.

Como interpretar resultados

Os resultados do Inaf representam a presença dos diferentes níveis de alfabetismo funcional na sociedade brasileira. A pesquisa mostra como, através de níveis, essas habilidades se distribuem entre regiões, idades, escolaridades, classes sociais e grupos raciais, permitindo observar avanços, desigualdades e riscos persistentes.

Interpretar o Inaf é olhar para a combinação desses níveis dentro de cada segmento analisado, não apenas o total nacional. Os dados indicam onde a autonomia de leitura e uso da informação está mais consolidada e onde ela ainda encontra barreiras, iluminando prioridades para políticas públicas, formação continuada e iniciativas de inclusão educacional.

Relembramos que os cinco níveis de alfabetismo podem ser agrupados em três ou dois níveis, como mostra o infográfico, para fins de análise específico ou consistência de amostra.

Gráfico exemplo

Para aprofundar análise nos contextos mais específicos, acesse também:

Evolução histórica

Os resultados obtidos ao longo das dez edições do Inaf, em um período de 23 anos, mostram uma significativa redução do número de analfabetos na população brasileira, caindo de 12%, em 2001-2002, passando a oscilar entre 4%, e 7%, no limite da margem de erro.

Ao longo dos anos, houve também uma redução da proporção de brasileiros no nível Rudimentar (que fazem um uso bastante limitado da leitura, da escrita e das operações matemáticas em suas tarefas do cotidiano), de 27%, em 2001-2002, para um patamar estabilizado de pouco mais de 20% desde 2009.

Por outro lado, chama a atenção que a proporção de alfabetizados em nível Proficiente permanece inalterada desde o início da série histórica, oscilando em torno de 12%.

Tendência dos Níveis*

Nível de agregação:

ATENÇÃO: Para fins de análise, os cinco níveis de alfabetismo podem ser agrupados em três (Analfabetos Funcionais, Alfabetizados Nível Elementar e Alfabetizados Nível Consolidado) ou em dois (Analfabetos Funcionais e Funcionalmente Alfabetizados).

* De 2001 a 2005 foram calculadas médias móveis de dois em dois anos, já que naquele período as habilidades de letramento e numeramento foram medidas separadamente em cada ano.

Evolução dos Níveis*

ATENÇÃO: Ao realizar uma filtragem, a visualização do gráficos e dados por níveis será exibida de forma agregada em três grupos.

Alfabetismo e escolaridade

A escolaridade é o principal indutor da elevação do nível de alfabetismo. Mesmo assim, o Inaf mostra que há um grande número de pessoas que não conseguem chegar ao alfabetismo em nível consolidado mesmo tendo maior escolaridade.

Em 2024, oito Em cada dez que cursaram apenas os anos iniciais do Ensino Fundamental permanecem na condição de analfabetismo funcional e 19% chegam apenas ao nível elementar.

Dentre aqueles que cursaram os anos finais do Ensino Fundamental 43% podem ser classificado como analfabeto funcional, 40% têm alfabetismo elementar e apenas 17% chegam ao nível consolidado de alfabetismo.

Entre as pessoas classificadas pela escala Inaf no nível Proficiente, 38% estuda ou estudou até o ensino médio e mais da metade (54%) cursam ou cursaram a Educação Superior.

Alfabetismo por níveis de escolaridade

Nível de agregação:

ATENÇÃO: Para fins de análise, os cinco níveis de alfabetismo podem ser agrupados em três (Analfabetos Funcionais, Alfabetizados Nível Elementar e Alfabetizados Nível Consolidado) ou em dois (Analfabetos Funcionais e Funcionalmente Alfabetizados).

Acesse dados completos

Contexto demográfico e regional

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Alfabetismo no contexto digital

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Painel de dados comparativos

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Você também pode baixar a apresentação e um resumo dos dados da edição Inaf 2024: